(O Batismo usado até hoje não é original do cristianismo)



                                                                             

                                                                              (Quem é ele?)

"Ele nasceu de uma Virgem, pela Concepção Imaculada de um Espírito Santo. E isso confirmou uma antiga profecia. Quando nasceu, um tirano que estava no poder quis matá-lo. Seus pais tiveram que fugir em busca de segurança. Todas as crianças do sexo masculino, com menos de dois anos, foram mortas pelo tirano, que visava exterminar aquele menino. Anjos e pastores compareceram ao seu nascimento e ele ganhou de presente ouro, incenso e mirra.

Ele foi saudado como o Salvador e levou uma vida de elevados padrões morais e de humildade. Operou milagres que incluíram desde a cura de doentes e o restauro da visão de cegos quanto o exorcismo de demônios e a ressurreição de mortos. Foi dado à morte numa cruz, entre dois ladrões. Ele desceu aos infernos e, ressurgindo dos mortos, subiu aos céus".

Parece Jesus? Sim? Mas não é. Esta é uma exata descrição da vida de Virishna, um deus salvador
oriental, cultuado 1.200 anos antes do mitológico nascimento de Cristo!

Note nas representações maternais onde os deuses solares como Krishnna, Hórus,Tammuz entre outros, aparecem com sua mãe virgem. Repare que a virgem bíblica nunca aparece amamentando seu filho, pois o Cristo jamais poderia tomar leite humano, uma concepção que apareceu mais tarde na igreja alexandrina. De resto Maria com seu filho Jesus é uma cópia deslavada de varias outras mães virgens anteriores. Se quisermos encontrar um salvador que tenha morrido para que fossem perdoados todos os nossos pecados é só escolher um do mundo antigo, pois todos se originaram, igualmente, com os antigos árias e seus descendentes consanguíneos da corrente gerada no Oriente Próximo e nas montanhas do Cáucaso!

E estes são alguns desses Filhos de Deus: Krishna do Industão; Buda da Índia; Salivahana da Bermuda; Osíris e Hórus do Egito; Odínio da Escandinávia; Zoroastro da Pérsia; Baal e Taut da Fenícia; Indra do Tibete; Bali do Afeganistão; Jao do Nepal; Tammuz da Síria e da Babilônia; Attis da Frigia; Xamolxis da Trácia; Zoar dos Bonzos; Adad da Assíria; Deva Tat e Sammonocadam do Sião; Alcides de Tebas; Micado dos Xintoístas; Beddru do Japão; Hesus ou Eros e Bremhillahm dos Druidas; Thor, filho de Odínio, da Gália; Cadmus da Grécia; Gentaut e Quetzalcoatl do México; Ischi de Formosa; Fohi e Tien da China; Adonis, filho da virgem Io, da Grécia; Ixion e Quirinus de Roma; Prometeus do Cáucaso e Maomé de Arábia.

Todos esse filhos de deus ou profetas (com algumas poucas exceções) e suas respectivas religiões feitas sob medida para cativar as mentes, vieram dos locais ocupados ou influenciados pelos povos do Cáucaso e do Oriente Próximo. Exatamente as terras dos membros da Fraternidade!

Sutilezas e divergências religiosas ou pseudo-étnias à parte, excelentes pretextos para dividir e conquistar a todos nós. Voltemos a nos concentrar nos simbologias ocultistas da Fraternidade.

O peixe e a pomba, antigos ícones babilônicos, continuam largamente usados em rituais religiosos e em símbolos e cerimônias nacionais. Podemos ter uma ideia mais exata do uso destes símbolos quando verificamos na bíblia o conto de Jonas e a baleia. Jonas em hebreu significa "pomba", então temos aí a exata reprodução de dois símbolos míticos pagãos muito usados no mundo antigo, em uma versão bíblica. O Sinn Fein, braço armado do IRA (Irish Republican Army, o Exército de Libertação Nacional da Irlanda do Norte), visto por muito como terrorista, tem a pomba como escudo, também encontrada nos cetros usados pela monarquia britânica. Ambas as instituições seriam fronts modernos para a Fraternidade Babilônica!

             (O batismo - O batismo usado até hoje não é original do cristianismo)

Palavra grega que quer dizer imersão. Como sempre se guiam pelos sentidos, facilmente imaginaram os homens que quem lavasse o corpo também lavava a "alma". Havia nos subterrâneos dos templos egípcios grandes cubas para os sacerdotes e iniciados. Desde tempos imemoriais que os hindus se purificaram nas águas do Ganges, e ainda hoje essa cerimônia está muito em voga. Da Índia passou à Judéia.

Era costume entre os hebreus batizar todos os estrangeiros que abraçassem a lei judaica e não quisessem submeter-se à circuncisão. Sobre tudo se batizavam as mulheres, que não faziam essa operação, salvo na Etiópia, onde a circuncisão era de lei. Tratava-se de uma regeneração. Criam os hebreus, como os egípcios, que o batismo dava alma nova. Consultem-se sobre o assunto Epifânio, Memonide e a Gemara. João batizou-se no rio Jordão.

Ali também ele batizou Jesus, biblicamente falando, que, conquanto nunca haja batizado ninguém, condescendeu, todavia em consagrar essa cerimônia. Em si, todos os sinais são indiferentes. Confere "Deus" sua graça ao sinal que lhe aprouver escolher Bem cedo se tornou o batismo em primeiro rito e chancela da religião cristã.

Contudo, embora fossem circuncidados, não se sabe ao certo se receberam o batismo os quinze primeiros bispos de Jerusalém Muito se abusou desse sacramento nos primeiros séculos do cristianismo. Nada era mais comum que aguardar a agonia para receber o batismo. É assaz ilustrativo o exemplo do imperador Constantino. Eis como raciocinava: 'O batismo de tudo expurga; portanto posso matar minha mulher, meus filhos, todos os meus parentes; depois batizo-me e irei para o céu' - O que efetivamente levou a prática.

O exemplo era perigosíssimo. Paulatinamente foi se abolindo o vezo de esperar a morte para tomar o banho sagrado. Sempre conservaram os gregos o batismo por imersão.

Pelo fim do século VIII os latinos, havendo estendido sua religião às Gálias e à Germânia, receosos de que a imersão pudesse matar as crianças nos países frios, substituíram-na por simples aspersão, o que lhes custou numerosos anátemas de parte da igreja grega. Perguntou-se a S. Cipriano se estavam realmente batizadas as pessoas que, em vez de tomarem o banho, eram apenas borrifadas. Respondeu ele (septuagésima sexta carta) que "achavam muitas igrejas não serem cristãs tais pessoas; quanto a ele, era de parecer que sim, bem que sua graça fosse infinitamente menor que a das imersas três vezes conforme o uso".

Entre os cristãos, desde que um indivíduo recebia a imersão estava iniciado. Antes do batismo era simples catecúmeno. Para iniciar-se era de mister apresentar cauções, responsáveis, - a que se dava um nome correspondente a padrinho - a fim de que a igreja se certificasse da fidelidade dos novos cristãos e não fossem divulgados os mistérios. Essa a razão por que nos primeiros séculos fossem os gentios geralmente tão mal instruídos dos mistérios cristãos quanto o eram os cristãos dos mistérios de Ísis e de Eleusina. Está explicado o porque da necessidade de padrinhos, no batismo católico. Assim se expressava Cirilo de Alexandria em seu escrito contra o imperador Juliano: "Falaria do batismo se não temesse que minhas palavras chegassem aos não iniciados".

Data do século II o costume de batizar crianças. Era natural desejassem os cristãos que seus filhos, que sem esse sacramento seriam condenados às penas eternas, dele fossem apercebidos. Concluiu-se enfim ser necessário ministrá-lo ao fim dos oito primeiros dias de vida por ser essa entre os judeus a idade da circuncisão. Ainda conserva o costume a igreja grega, conquanto no século III o uso a tenha levado a subministrar o batismo à morte. Quem morria na primeira semana de existência estava condenado, asseveravam os padres da igreja mais rigorosos.

No século V, porém, criou Pedro Crisólogo o limbo, espécie de inferno suavizado, e propriamente lindes do inferno, pseudo-infernais, para onde iriam as criancinhas finadas sem batismo, e onde estariam os patriarcas antes da descensão de Jesus Cristo aos infernos. De sorte que desde então prevaleceu a opinião de que Cristo desceu ao limbo e não ao inferno. Perguntou-se se, nos desertos da Arábia, poderia um cristão ser batizado com areia: respondeu-se que não. Se poderia batizar com água impura: estabeleceu-se ser conveniente água limpa, mas que em última instância servia água barrenta.

É fácil, ver que toda essa disciplina foi ditada pela prudência dos primeiros pastores. Explicam-nos os teóricos que, nos eventos pagãos, esses emblemas têm seu significado comum revertido, para passarem despercebidos aos olhos do público. Assim, nesses rituais ocultistas, a pomba, para todos nós, supostamente o símbolo da Paz, representaria, na realidade, a morte e a destruição.

Essa reversão das simbologias permite que a Fraternidade possa dispor de seus ícones em público, sem despertar atenções, justamente porque as pessoas comuns não têm a mínima ideia do que representam para o círculo íntimo e mágico do poder. Como visto, todas as linhagens de sangue da realeza européia descenderiam dessa dinastia babilônica, pelo ramo Merovíngio, e os belos símbolos que ostentam nas cabeças coroadas seriam meras representações modernas do barrete com chifres, visto nas representações pictóricas de Nemrod-Baal, o deus-sol, mais tarde, evoluíram para uma tiara metálica com três pequenos chifres estilizados, símbolo do poder real pela autoridade divina, cujo moderno ícone é a flor-de-lis (belíssimo emblema da trindade babilônica: Nemrod-Semiramis-Tammuz), encontrada em todos os objetos de poder da moderna realeza.

A flor-de-lis, uma espécie de lírio, que historiadores ortodoxos da arte eclesiástica dizem ser representação de pureza, para os iniciados, entretanto, transmite também a integridade consanguínea dos descendentes da Casa Real de Israel (David, Salomão e Jesus), unida por laços de pureza genética às dinastias Merovíngias. Reparem no detalhe acima da espada de D. Pedro I. Não é de se estranhar, portanto, diante de tantas possibilidades de estarmos convergindo para um sincretismo étnico e religioso que, pelo mundo afora e em todos os tempos, tenha sido possível encontrar-se os mesmos rituais e religiões do Sol, tanto na Suméria, Babilônia, Assíria, Egito, quanto na Bretanha, Grécia e na Europa em geral, México e América Central, Austrália, enfim, em todo lugar!

A adoração ao fogo e ao astro-rei era o foco da religião na Índia, onde seus festivais homenageavam, simbolicamente, o ciclo do Sol, durante todo o ano. Na fábula de jesus é possível perceber-se constantes referências aos ciclos solares e aos simbolismos da astrologia e das escolas de mistérios. A coroa de espinhos nada mais seria que uma tosca representação dos raios solares, exatamente como a coroa de espigões em torno da cabeça da Estátua da Liberdade (Semíramis-Isis)!

As cruzes e os círculos desenhados sobre cabeças também identificam o Sol e têm papel intensamente simbólico na astrologia. Na realidade a coroa de Cristo virou em espinhos somente no século V EC, em uma clara evidência de se ocultar um símbolo pagão Leonardo da Vinci, grão-mestre do Priorado de Sion (Sion=Zion=Sol) usou desse mesmo simbolismo para pintar sua "Última Ceia", exposta em Milão. Ele dividiu os 12 discípulos (os doze símbolos do Zodíaco) em quatro grupos de três com Jesus, o Sol, no meio deles.

É voz corrente que Da Vinci também pode ter  pintado um dos doze discípulos de sua Última Ceia (hoje bastante danificada e um tanto diferente do desenho original, por ter sofrido diversas restaurações), (a tela original está no final do livro) com feições femininas para que representasse, aos olhos iniciados, a deusa Semíramis, Ísis, Minerva, Barati, Madalena. Mas a obra prima de Da Vinci foi sem dúvida alguma é a confecção do Santo Sudário.

Tem-se hoje, através de estudos, quase a certeza de que foi Da Vinci quem confeccionou o Santo Sudário com as feições de Nemrod, para desespero geral do mundo cristão. Da Vinci, um gnóstico declarado, sabia que seu trabalho seria adorado por milhares de fanáticos e desapercebidos cristãos, no que para ele deve ter sido muito divertido e hilário. Da Vinci teria feito também Monalisa baseado em uma estátua de Asterat-Semirápis.

Dizem os teóricos que a crença cristã de haver Jesus nascido em 25 de dezembro deve-se a uma data emprestada ao culto religioso do Sol Invictus (o Sol nunca vencido), pelas razões já aventadas. Ele teria morrido na Páscoa, pregado na cruz, versão tomada à mesmíssima história antiga, pois os egípcios já representavam Osíris na cruz quando a bíblia nem sabia o que era esse símbolo, uma simbologia astrológica, e Orfeu também morreu de braços abertos pregado à uma ancora muito semelhante à cruz cristã.

Segundo os antigos, o Sol teria levado três dias para se recuperar de sua "morte", em 21 ou 22 de dezembro. Nos Evangelhos, quantos dias se passaram entre a morte e a ressurreição de Jesus? Três! O mesmo tempo que o filho do deus babilônico, Ninus-Tammuz, demorou para se reerguer da morte!

Assim o Evangelho de Lucas descreve como aconteceu a morte de Jesus (o Sol) na cruz: "Por volta da hora sexta, as trevas cobriram toda a terra, até a hora nona, por haver o Sol se eclipsado." (Lucas, 23-44) O Filho/Sol (Son/Sun, em inglês, com a mesma pronúncia) morreu e então se fizeram as trevas... E quantas horas se passaram na escuridão? Três!

O dia universal do repouso semanal cristão, o domingo, nada mais é do que o mesmo dedicado ao deus-sol Nemrod-Baal (SUN-day, dia do Sol na língua inglesa), ao passo que o dia da semana dedicado a Semíramis é a segunda-feira (MON-day, em inglês) ou, ainda melhor, MOON-day (dia da Lua, na mesma língua). A tradição simbólica diz que Jesus foi crucificado na Páscoa certamente por ser o equinócio da primavera (no Hemisfério Norte), quando o Sol (Jesus) entra no signo astrológico de Áries (o Carneiro), e o Sol (Jesus) triunfa sobre a escuridão!

Não por acaso essa é a época em que, no Hemisfério Norte, a vida animal e vegetal se recompõem (é o tempo do renascimento), por haver nos dias mais claridade que escuridão... Já as Igrejas Cristãs primitivas, todas elas, são construídas no sentido leste-oeste, com os altares voltados para o leste. Isso simplesmente significa que os fiéis, sem exceção, e provavelmente sem nunca haverem percebido, oram sempre em direção e reverência ao Sol nascente...

Como podemos concluir, não existem somente coincidências, mas também, fatos concretos ao qual devemos levar em consideração. Tomara que o texto possa estar ajudando ao leitor a discernir de maneira ativa e compreender a farsa empregada pelos clérigos cristãos fundamentalistas e outras seitas secretas com suas bobagens mitológicas conturbadas.

A teoria sobre a existência de uma suposta Fraternidade Babilônica e sua ligação com líderes cristãos e comunidades secretas, é um pensamento que corre hoje entre vários estudiosos sérios, e também entre os insanos.

Dentre os vários estudos existentes, procurei apenas repassar as teorias pertinentes, algumas mais absurdas que o próprio cristianismo, incrível demais para se crer, porém, em um mundo onde as mentes ainda são regidas por crenças no invisível e razões ocultistas, tudo é possível e passível de advir, tornando dessa forma arriscado não se considerar tais idéias e sagrarmos ou delegarmos poderes para líderes, sem saber suas reais pretensões, pois uma coisa é certa; todo grande líder carismático e idealista que geralmente arrebata uma nação inteira pelo dom da palavra, sempre tem algum problema psíquico mal resolvido e que indubitavelmente levará essa pobre nação ao caos total, em pouco tempo ou muito, depende do calibre de sua loucura. Cabe você analisar as informações fornecidas nesta reparação e formar sua própria opinião.

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